sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Outra vez o Magalhães

Agora que as palavras Magalhães e censura passaram a estar intimamente ligadas, eis que surge uma questão inquietante: como serão os Magalhães (?) ou coisas parecidas vendidas pelos mercados do país? Serão os Migalhães? Megalhães? Magalhaus? Magalhões? Aceitam-se sugestões e um pregão "um Magalhães a vinte ÉRÒS".

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Carnaval

Desta vez tenho duas considerações a tecer sobre esta época do ano:

1- Porque é que a esmagadora maioria dos homens que se mascaram se mascara de mulher? É raro ver uma mulher mascarada de homem... que paneleirice!

2- No outro dia, na Assembleia da República, ouve-se Paulo Rangel a falar "tentativa de vitimização do primeiro-ministro" e ouve-se alguém da bancada do PSD a gritar "PALHAÇO", como um qualquer adepto de futebol a barafustar contra um jogador da equipa adversária ou contra o árbitro! Adorava poder colocar um vídeo com esse momento... Resta saber se vemos palhaços mascarados de deputados ou deputados mascarados de palhaços :x

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Dia dos Namorados

Desta vez não há Onda Choc para ninguém. Hoje vou centrar-me nos presentes para este dia... Veja-se como a tecnologia passou a ser romântica!
No outro dia, recebi um mail a dizer para se oferecer ao namorado ou à namorada... a ÚLTIMA VERSÃO DO ANTI-VÍRUS! Sucesso garantido.
Por coincidência de datas, também vejo a UZO enquadrada nesta contexto: presentemente, e até ao dia 13, estão a oferecer um computador Magalhães para quem carregar com 10€ ou mais o seu telemóvel. Claramente outra prenda linda de se oferecer!

Vocativos

É uma coisa que eu noto sobretudo em chamamentos a grupos de crianças, mas porquê o uso de "OLHA!!!..." para advertir alguém? :x

Outra coisa muito interessante é quando uma pessoa diz o nome da outra não estando a falar com mais ninguém: "Vou à mercearia, fulano". E o engraçado é que isto já passou para as conversações na internet e para as mensagens escritas de telemóvel. "Feliz aniversário, sicrano" --> a pessoa sabe perfeitamente que a mensagem é dirigida a ela.

Fora já do âmbito dos vocativos, que dizer das pessoas que ligam para o telemóvel das outras e se identificam, sabendo que quem recebe a chamada já sabe quem lhe telefona?

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A crise

Por norma sou pessimista, mas por incrível que pareça acho que esta crise vai ter fim. E porquê? Senão vejamos: actualmente a crise é, por muito que a queiram fazer passar por outra coisa, uma crise de superprodução. Não há gente, nem dinheiro, nem paciência para comprar tudo o que se produz. Há casas a mais, há carros a mais, há electrodomésticos a mais, etc.
As implicações disto actualmente são uma verdadeira espiral: não se vende, o preço baixa. Baixa o preço, as empresas perdem lucro. Perdendo o lucro, têm de despedir trabalhadores. E com trabalhadores no desemprego, menos dinheiro há para consumir.
A população em geral vai sofrer e bastante. Vai querer desfazer-se do que passará a considerar supérfluo e não haverá ninguém a querer ou a poder comprar. Não faço ideia de quanto tempo isto poderá demorar, mas na minha opinião o fim da crise apenas chegará quando se sentir necessidade de determinados produtos. Aí sim recomeçará a produção em massa e a criação de empresas por toda a parte, até que se chegue a novo ponto de rebentamento...

Barack Obama

Porquê tamanho endeusamento deste homem? Não estarão a criar expectativas demasiado altas? E por que raio a imprensa desejou ardentemente a sua vitória, quando o seu dever é ser isenta?

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Fim da Roda da Sorte

Texto retirado do blog Eu Jornalista:

Quem gosta do Herman José não pode deixar de sentir já alguma nostalgia ao ver a Roda da Sorte. Li algures que o fim deste programa significa também o fim da "terapia de final do dia".

Confesso que o programa per si nada tem de novo, de especial ou mesmo de atractivo. Vale pelo apresentador. Pelas maluqueiras, pelo improviso, pelas piadas, pelas invenções, pelas provocações. Vale pelo Herman José.

Ele é a alma do programa. É quem lhe dá dinamismo e interesse. As suas maluqueiras a cozinhar em estúdio ou a pôr discos num gira-discos antigo que comprou na internet, são o que dá valor ao programa e atrai o telespectador. Este é um programa feito de pormenores.

E se do programa nada de novo podemos esperar, já do apresentador, temos a certeza de que o programa de hoje nunca será igual ao de ontem. Esta é a minha opinião. Infelizmente não é partilhada por muitos. E à custa disso, o programa vai ser retirado do ar no final deste ano.

Em Janeiro, às 19h, estreia o novo formato diário do Nós Por Cá, sendo esta mais uma das inúmeras tentativas da SIC para recuperar algum amor-próprio no horário das 19h/20h. É bem possível que o novo programa faça melhores resultados que a Roda da Sorte, mas sem dúvida alguma que, a sensação provocada no telespectador será diferente.

Ver o Herman ao fim do dia, é de facto uma terapia. É entretenimento. O Nós Por Cá arrisca-se a ser uma espécie de pré-Jornal da Noite. Será sempre inevitável falar dos problemas das populações, que por muito ligeiros que sejam, nunca permitirão que a Conceição Lino cozinhe em estúdio ou ponha discos de cantores antigos.


Subscrevo inteiramente. E mandei duas mensagens para participar!