Número de falsos trabalhadores da recolha do lixo sobe em flecha durante pandemia
Um novo fenómeno gerou-se após a imposição do estado de emergência: cada vez mais gente afirma trabalhar na recolha do lixo para obter aprovação social, "o que tornará a análise dos currículos dos candidatos a empregos uma tarefa muito difícil", na opinião do especialista em empreendedorismo, iniciativa, start-ups e formação profissional Heródoto Guerra Guerreiro.
Tudo começou quando passámos a dar conta de que as únicas pessoas fundamentais para o país são os médicos, enfermeiros, auxiliares de saúde, motoristas de transportes públicos, motoristas de veículos pesados de mercadorias, polícias, militares, pescadores, agricultores, farmacêuticos, trabalhadores dos supermercados e trabalhadores da recolha do lixo. Na verdade, os outros apenas passam os seus dias em casa à janela a armarem-se em cozinheiros, electricistas, youtubers, humoristas, trolhas, carpinteiros e cientistas ou vão para a janela bater palmas, cantar Ó Laurindinha, vem à janela, afixar desenhos com arco-íris, fumar ou beber cervejas. Quando saem de casa, fazem-no para pôr a via dos outros em risco e a sua.
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