quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Ajuda
Alguém me ajuda a inserir um contador de visitas noutro blogue? Neste saiu tudo bem à primeira, mas no outro não consigo de maneira nenhuma.
Noção de divertimento
Como se pode divertir uma pessoa? Forçosamente acompanhada? Forçosamente fora de casa? Forçosamente a mexer o corpo? Forçosamente "desleixada"?
Uma vez alguém me disse "é estranho como não gostas das coisas boas da vida".
Será que o divertimento se restringe apenas à diversão em espaços como discotecas, bares ou eventos musicais onde está subjacente a barulheira, a ingestão de bebidas (alcoólicas ou não) e eventualmente o consumo de droga (incluindo o tabaco)?
Não poderá ser divertido ler, praticar um desporto, jogar um simples jogo de tabuleiro, passear pela rua, ver as pessoas a correr para os transportes públicos, ver um conjunto de pombos a procurar a comida, ver crianças a brincar, usar a nossa imaginação?
Uma vez alguém me disse "é estranho como não gostas das coisas boas da vida".
Será que o divertimento se restringe apenas à diversão em espaços como discotecas, bares ou eventos musicais onde está subjacente a barulheira, a ingestão de bebidas (alcoólicas ou não) e eventualmente o consumo de droga (incluindo o tabaco)?
Não poderá ser divertido ler, praticar um desporto, jogar um simples jogo de tabuleiro, passear pela rua, ver as pessoas a correr para os transportes públicos, ver um conjunto de pombos a procurar a comida, ver crianças a brincar, usar a nossa imaginação?
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Peços da gasolina e reportagens
Sou só eu que acho ridículo andarem a perguntar às pessoas o que acham das subidas ou descidas dos preços dos combustíveis?!
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Alterações
A partir de agora, para verem os vídeos dos golos consultem o seguinte blog: http://gooooloooo.blogspot.com/
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
Tristeza
De certeza que toda a gente já recebeu mensagens de correio electrónico e recados de pessoas suas conhecidas que, quando alguma coisa corre mal, lá vêm com o argumento de que há quem esteja pior: "tanta gente que não tem casa, que passa fome, que é deficiente, que sonhava ter o conforto ou as condições que tu tens, etc. (...) e tu ainda te queixas". Sim, há que admitir que é verdade.
De seguida e como que automaticamente, apresenta-se o seguinte argumento: "não é a queixares-te que resolves o teu problema". Pois não. Mas o contrário também não resolve.
Tudo isto me leva a pensar no que é que "pode" ser importante na vida de alguém ou não e de que maneira isso influencia a sua felicidade.
Pensemos no primeiro argumento. Antigamente havia muito mais fome que agora, a maioria das pessoas vivia miseravelmente, as doenças não tinham cura, não havia as diversões que há hoje. Seriam todos forçosamente infelizes? E agora, as pessoas que (infelizmente) continuam desfavorecidas pelos mais diversos factores (económicos, políticos, naturais, etc) serão infelizes só porque não têm o mesmo acesso às comodidades de uma pessoa "normal" de um país desenvolvido?
Serão as "pequenas" coisas da vida assim tão irrelevantes? O amor, o trabalho, a família, as relações interpessoais, os objectivos que planeamos! Será que isto não interessa? Será que os fracassos nestas áreas não podem pôr uma pessoa infeliz? Estará uma pessoa condenada a ser segregada por se queixar dos seus infortúnios? Não alimentamos expectativas que se tornam em desilusões? Teremos de estar sempre a ser falsos com um sorriso amarelo? Porque é que todos "podem" estar tristes e cada um de nós não? Por muito que se considere uma visão perfeccionista da vida, não podemos não gostar que as coisas nos corram mal?
É verdade que é triste estar triste... e parecer-se um triste...
De seguida e como que automaticamente, apresenta-se o seguinte argumento: "não é a queixares-te que resolves o teu problema". Pois não. Mas o contrário também não resolve.
Tudo isto me leva a pensar no que é que "pode" ser importante na vida de alguém ou não e de que maneira isso influencia a sua felicidade.
Pensemos no primeiro argumento. Antigamente havia muito mais fome que agora, a maioria das pessoas vivia miseravelmente, as doenças não tinham cura, não havia as diversões que há hoje. Seriam todos forçosamente infelizes? E agora, as pessoas que (infelizmente) continuam desfavorecidas pelos mais diversos factores (económicos, políticos, naturais, etc) serão infelizes só porque não têm o mesmo acesso às comodidades de uma pessoa "normal" de um país desenvolvido?
Serão as "pequenas" coisas da vida assim tão irrelevantes? O amor, o trabalho, a família, as relações interpessoais, os objectivos que planeamos! Será que isto não interessa? Será que os fracassos nestas áreas não podem pôr uma pessoa infeliz? Estará uma pessoa condenada a ser segregada por se queixar dos seus infortúnios? Não alimentamos expectativas que se tornam em desilusões? Teremos de estar sempre a ser falsos com um sorriso amarelo? Porque é que todos "podem" estar tristes e cada um de nós não? Por muito que se considere uma visão perfeccionista da vida, não podemos não gostar que as coisas nos corram mal?
É verdade que é triste estar triste... e parecer-se um triste...
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Multibanco
Ontem passei a saber que o máximo dinheiro que se pode levantar de uma caixa multibanco de uma só vez (nota: eu não vi a parte dos "outros levantamentos") é 150 euros, a não ser, claro, que se esteja munido de um pé-de-cabra e a caixa multibanco esteja num tribunal.
Regresso
Peço desculpa pelo atraso, mas a partir do próximo fim-de-semana já regressarão as ligações para os vídeos dos golos das principais competições futebolísticas.
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