Texto (aparentemente em inglês) subordinado ao tema "Will people watch TV in the future?" ("As pessoas verão televisão no futuro?)
"I think que as people not vão precisar à watching TV, because as people vão ver as notícias todas nos tablets and smartphones.
Their vão playing no smartphone, tablet and laptop computer.
To gether as people not vão precisar da TV para nothing because vai ser tudo informado pelos tablets and smartphones."
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
sábado, 27 de janeiro de 2018
Adeus, Super Nanny
E se a Super Nanny não desse na SIC?
Se desse na TVI, a Super Nanny seria o Ljubomir Stanišić. Entrava logo à bruta com os pais e chamaria cocó diante da criança a tudo o que não fosse do seu agrado.
Se os pais estivessem de algum modo a fugir ao combinado, haveria um episódio em que ele lhes diria que se recusaria a ajudá-los porque não mereciam. Teria de ser a avó da criança a ir à procura dele e, ainda que sem a ajuda do Inspector Max, a encontrá-lo. Stanišić voltaria a ajudar a família "só por causa desta maravilhosa avó".
Se fosse na CM TV, a SuperNanny viria logo com a CNPCJR atrás. Num instante a criança era retirada à família e ainda iríamos ter o direito aos comentários dos Andrés Venturas desta vida sobre o assunto.
Infelizmente, o terceiro episódio na Super Nanny não será emitido. O que me arrelia não são as possíveis consequências na família, nas crianças, nos colegas, na SIC ou nos telespectadores.
É que o terceiro episódio iria trazer à baila um tema muito caro a pessoas como eu: a família tinha um par de gémeos com corte de cabelo à tigela, que se chamam de certeza Martim e Santiago.
A MÃE TRATA-OS NA TERCEIRA PESSOA.
Se desse na TVI, a Super Nanny seria o Ljubomir Stanišić. Entrava logo à bruta com os pais e chamaria cocó diante da criança a tudo o que não fosse do seu agrado.
Se os pais estivessem de algum modo a fugir ao combinado, haveria um episódio em que ele lhes diria que se recusaria a ajudá-los porque não mereciam. Teria de ser a avó da criança a ir à procura dele e, ainda que sem a ajuda do Inspector Max, a encontrá-lo. Stanišić voltaria a ajudar a família "só por causa desta maravilhosa avó".
Se fosse na CM TV, a SuperNanny viria logo com a CNPCJR atrás. Num instante a criança era retirada à família e ainda iríamos ter o direito aos comentários dos Andrés Venturas desta vida sobre o assunto.
Infelizmente, o terceiro episódio na Super Nanny não será emitido. O que me arrelia não são as possíveis consequências na família, nas crianças, nos colegas, na SIC ou nos telespectadores.
É que o terceiro episódio iria trazer à baila um tema muito caro a pessoas como eu: a família tinha um par de gémeos com corte de cabelo à tigela, que se chamam de certeza Martim e Santiago.
A MÃE TRATA-OS NA TERCEIRA PESSOA.
quarta-feira, 24 de janeiro de 2018
E se fosse com a Conceição Lino?
E SE FOSSE CONSIGO?
A presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens, uma senhora pertencente ao Instituto de Apoio à Criança e uma psicóloga participaram num debate exibido na SIC na passada segunda-feira, no qual também participou Júlia Pinheiro. Esta última teve talvez o tempo de antena das outras três em conjunto, pôde dizer cinco frases consecutivamente sem ser interrompida pela moderadora (contrariamente às interlocutoras, às quais parecia inibido emitirem frases com mais de 8 palavras).
Como é que Conceição Lino descreveria o que se passou?
"A senhora de azul insiste no tema,mas ninguém parece levá-la a sério"
"Esta outra parece impedida de se exprimir, mas ninguém faz nada".
"E esta senhora? Parece prestar atenção, mas não reage"
"O desprezo é uma das principais causas de amuo em Portugal. Diariamente, 'n' pessoas são vítimas de desprezo sem que ninguém se preocupe com elas"
E se fosse consigo?
A presidente da Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Protecção das Crianças e Jovens, uma senhora pertencente ao Instituto de Apoio à Criança e uma psicóloga participaram num debate exibido na SIC na passada segunda-feira, no qual também participou Júlia Pinheiro. Esta última teve talvez o tempo de antena das outras três em conjunto, pôde dizer cinco frases consecutivamente sem ser interrompida pela moderadora (contrariamente às interlocutoras, às quais parecia inibido emitirem frases com mais de 8 palavras).
Como é que Conceição Lino descreveria o que se passou?
"A senhora de azul insiste no tema,mas ninguém parece levá-la a sério"
"Esta outra parece impedida de se exprimir, mas ninguém faz nada".
"E esta senhora? Parece prestar atenção, mas não reage"
"O desprezo é uma das principais causas de amuo em Portugal. Diariamente, 'n' pessoas são vítimas de desprezo sem que ninguém se preocupe com elas"
E se fosse consigo?
sábado, 18 de novembro de 2017
sexta-feira, 29 de setembro de 2017
Autárquicas 2017
Eleições autárquicas: obviamente que estas eleições são as minhas preferidas, porque o total de elementos que fazem parte das listas concorrentes é bem superior ao das restantes eleições.
Os meios de comunicação social têm feito esforços no sentido de abranger um número significativo de concelhos e realizaram-se diversos debates com o intuito de esclarecer os eleitores sobre semelhanças e diferenças entre candidaturas e propostas.
O debate televisivo sobre Setúbal (https://www.rtp.pt/play/p3801/e305121/autarquicas-2017) trouxe para a cena política uma nova estrela, a candidata do PTP. Com tiradas certeiras como "devia de haver [sic] mais fábricas dentro da cidade de Setúbal", "há crianças que não vão à escola porque não têm dinheiro" ou "é preciso um melhoramente [sic]... é preciso mais saúde!", a simultaneamente corajosa e ingénua senhora deu a prova acabada de que quem se quer expor em público tem de mostrar conhecimento daquilo sobre o que se discute, eloquência, um leque vocabular superior a 300 palavras e correcção linguística. Talvez não fosse má ideia exibir excertos deste vídeos a muitos jovens que renegam a importância da escola e do trabalho que lá se desenvolve, para estarem mais alerta sobre as figurinhas que podem vir a fazer.
Os meios de comunicação social têm feito esforços no sentido de abranger um número significativo de concelhos e realizaram-se diversos debates com o intuito de esclarecer os eleitores sobre semelhanças e diferenças entre candidaturas e propostas.
O debate televisivo sobre Setúbal (https://www.rtp.pt/play/p3801/e305121/autarquicas-2017) trouxe para a cena política uma nova estrela, a candidata do PTP. Com tiradas certeiras como "devia de haver [sic] mais fábricas dentro da cidade de Setúbal", "há crianças que não vão à escola porque não têm dinheiro" ou "é preciso um melhoramente [sic]... é preciso mais saúde!", a simultaneamente corajosa e ingénua senhora deu a prova acabada de que quem se quer expor em público tem de mostrar conhecimento daquilo sobre o que se discute, eloquência, um leque vocabular superior a 300 palavras e correcção linguística. Talvez não fosse má ideia exibir excertos deste vídeos a muitos jovens que renegam a importância da escola e do trabalho que lá se desenvolve, para estarem mais alerta sobre as figurinhas que podem vir a fazer.
O que é certo é que desde a exibição deste debate nunca mais consegui obter um único depoimento da senhora (e a imprensa local e regional bem o tentou) sobre qualquer assunto relacionado com as eleições.
Será que a senhora se sentiu envergonhada?
Será que a senhora se sentiu envergonhada?
Mas já chega de a enxovalhar. Vejamos as coisas pelo lado positivo: acredito mesmo que a senhora se candidatou com o propósito genuíno e honesto de efectivamente fazer algo de útil pelo concelho de Setúbal, e não é qualquer pessoa que arrisca sujeitar-se à exposição pública sem ser num reality show sem estar minimamente preparada para o fazer. Julgo que António José Teixeira teve isto em conta e tentou a todo o custo evitar embaraçar ainda mais a candidata.
Um dos assuntos mais discutidos no debate foi uma petição para a redução do IMI promovida pelo PSD, e que foi desvalorizada por Maria das Dores Meira, argumentando que parte das assinaturas eram de pessoas que não existem ou não são de Setúbal. Nuno Carvalho desafiou a autarca a provar o que afirmara até ao dia das eleições, porque a acusação era demasiado grave.
Dias depois, realizou-se outro debate http://autarquicas.media/2017/09/22/debate-setubal/amp/ (desta vez sem a candidata do PTP), no qual e erradamente se insistiu na fiscalidade e mobilidade, que já tinham sido discutidos no debate televisivo.
A resposta de Maria das Dores Meira ao desafio apresentado por Nuno Carvalho sobre as assinaturas inválidas foi o momento alto do debate. A edil setubalense recusou-se a ler os nomes, mas mostrou-os à assistência em folhas A4 com letras vermelhas e corpo de letra Calibri. Chamo a vossa atenção para lerem os nomes em voz alta, como se fossem frases.
A resposta de Maria das Dores Meira ao desafio apresentado por Nuno Carvalho sobre as assinaturas inválidas foi o momento alto do debate. A edil setubalense recusou-se a ler os nomes, mas mostrou-os à assistência em folhas A4 com letras vermelhas e corpo de letra Calibri. Chamo a vossa atenção para lerem os nomes em voz alta, como se fossem frases.
Primeiro nome, uma sensação momentânea: Jacinto Leite Capelo Rego.
Não se nota nada? Então é melhor ler com a pronúncia brasileira padrão.
Não se nota nada? Então é melhor ler com a pronúncia brasileira padrão.
Segundo nome, um desabafo: Passos Dias Aguiar.
Terceiro nome, um conselho sobre finanças: Iroku Saikaru.
E por aqui me fico.
Promoções terminadas
Estava há pouco a ouvir na rádio um anúncio do Intermarché, que no seu final dizia o seguinte: "preços válidos de 19 a 25 de Setembro".
Hoje é 29 de Setembro.
Hoje é 29 de Setembro.
domingo, 10 de setembro de 2017
Subscrever:
Mensagens (Atom)

