Sporting aproxima-se de FC Porto e SL Benfica
O Conselho de Disciplina da FPF decidiu atribui vitória ao Sporting por falta de comparência do Vitória SC e do FC Paços de Ferreira relativamente aos jogos respeitantes à 25.ª e 26.ª jornadas da Liga NOS, que deveriam ter sido jogados nas datas de 14 e 22 de Março.
Na base da decisão está o facto de "a quarentena não pode ser invocada como motivo para que uma equipa não se apresente em campo para jogar contra o Sporting CP, como aliás ficou comprovado no dia 11 de Janeiro, em que a quarentena não foi impeditiva para que o Vitória FC defrontasse o Sporting CP", pode ler-se no acórdão.
Além da punição por derrota por falta de comparência, Vitória SC e FC Paços de Ferreira foram ainda penalizados em três pontos.
Com esta decisão, o Sporting CP coloca-se no terceiro lugar da Liga NOS, com 48 pontos, ultrapassando o SC Braga, estando a 12 pontos do FC Porto e 11 do Benfica, mas com mais dois jogos.
O Vitória SC dece ao 7.º lugar, com 34 pontos, enquanto o Paços de Ferreira se mantém no 16.º lugar, agora com 22 pontos, apenas 3 acima do Portimonense SC.
terça-feira, 31 de março de 2020
segunda-feira, 30 de março de 2020
Saiba o que a Imprensa não lhe quer dizer XII
FC Porto ajuda os adeptos a ficarem sem Corona nas camisolas
O FC Porto restituirá todo o valor das camisolas com o número 17 aos adeptos que compraram camisolas com o nome de Corona entre 2015 e 2019. Para o efeito, bastará apresentar a camisola e o talão de compra na Loja Azul.
Em alternativa, o departamento de marketing dos azuis-e-brancos possibilita a troca pela camisola 17 de 2019/2020, cujo nome que apresenta é "Tecatito".
O FC Porto restituirá todo o valor das camisolas com o número 17 aos adeptos que compraram camisolas com o nome de Corona entre 2015 e 2019. Para o efeito, bastará apresentar a camisola e o talão de compra na Loja Azul.
Em alternativa, o departamento de marketing dos azuis-e-brancos possibilita a troca pela camisola 17 de 2019/2020, cujo nome que apresenta é "Tecatito".
Saiba o que a Imprensa não lhe quer dizer XI
Número de falsos trabalhadores da recolha do lixo sobe em flecha durante pandemia
Um novo fenómeno gerou-se após a imposição do estado de emergência: cada vez mais gente afirma trabalhar na recolha do lixo para obter aprovação social, "o que tornará a análise dos currículos dos candidatos a empregos uma tarefa muito difícil", na opinião do especialista em empreendedorismo, iniciativa, start-ups e formação profissional Heródoto Guerra Guerreiro.
Tudo começou quando passámos a dar conta de que as únicas pessoas fundamentais para o país são os médicos, enfermeiros, auxiliares de saúde, motoristas de transportes públicos, motoristas de veículos pesados de mercadorias, polícias, militares, pescadores, agricultores, farmacêuticos, trabalhadores dos supermercados e trabalhadores da recolha do lixo. Na verdade, os outros apenas passam os seus dias em casa à janela a armarem-se em cozinheiros, electricistas, youtubers, humoristas, trolhas, carpinteiros e cientistas ou vão para a janela bater palmas, cantar Ó Laurindinha, vem à janela, afixar desenhos com arco-íris, fumar ou beber cervejas. Quando saem de casa, fazem-no para pôr a via dos outros em risco e a sua.
Um novo fenómeno gerou-se após a imposição do estado de emergência: cada vez mais gente afirma trabalhar na recolha do lixo para obter aprovação social, "o que tornará a análise dos currículos dos candidatos a empregos uma tarefa muito difícil", na opinião do especialista em empreendedorismo, iniciativa, start-ups e formação profissional Heródoto Guerra Guerreiro.
Tudo começou quando passámos a dar conta de que as únicas pessoas fundamentais para o país são os médicos, enfermeiros, auxiliares de saúde, motoristas de transportes públicos, motoristas de veículos pesados de mercadorias, polícias, militares, pescadores, agricultores, farmacêuticos, trabalhadores dos supermercados e trabalhadores da recolha do lixo. Na verdade, os outros apenas passam os seus dias em casa à janela a armarem-se em cozinheiros, electricistas, youtubers, humoristas, trolhas, carpinteiros e cientistas ou vão para a janela bater palmas, cantar Ó Laurindinha, vem à janela, afixar desenhos com arco-íris, fumar ou beber cervejas. Quando saem de casa, fazem-no para pôr a via dos outros em risco e a sua.
Saiba o que a Imprensa não lhe quer dizer X
Porto Editora já tem a lista de palavras para Palavra do Ano de 2020
Apesar de apenas agora estarmos no final de Março, a Porto Editora já tem preparada a lista de palavras que vai ser submetida a votação para a escolha da palavra do Ano de 2020, o que proporcionará à equipa que coordena esse concurso um ano e dois trimestres de pausa para fazerem outras iniciativas, como "A gaffe do ano" ou "O pontapé da gramática do ano".
As palavras que poderão ser escolhidas são, por ordem alfabética:
açambarcar
confinamento
distanciamento
emergência
isolamento
máscara
pandemia
quarentena
teletrabalho
zaragatoa
Apesar de apenas agora estarmos no final de Março, a Porto Editora já tem preparada a lista de palavras que vai ser submetida a votação para a escolha da palavra do Ano de 2020, o que proporcionará à equipa que coordena esse concurso um ano e dois trimestres de pausa para fazerem outras iniciativas, como "A gaffe do ano" ou "O pontapé da gramática do ano".
As palavras que poderão ser escolhidas são, por ordem alfabética:
açambarcar
confinamento
distanciamento
emergência
isolamento
máscara
pandemia
quarentena
teletrabalho
zaragatoa
Saiba o que a Imprensa não lhe quer dizer IX
Início das férias da Páscoa marcado pelo desânimo entre alunos e encarregados de educação
Com a antecipação do término as actividades lectivas presenciais a 13 de Março e a sua suspensão sine die, gerou-se um clima de desânimo entre alunos e encarregados de educação.
Contrariamente ao esperado, tal não se deveu à azáfama provocada pela acumulação de teletrabalho para os encarregados de educação e teletrabalho para os filhos, mas sim pelo facto de nem uns nem outros terem um alvo fácil para manifestarem as suas frustrações.
Samantha Calduços e Fábio Calduços, alunos do 8.º ano, partiharam a sua frustração: "quando íamos às aulas, já sabíamos que íamos lá para agredir ou chamar nomes aos professores e aos funcionários e isso dava-nos gozo. Agora estamos para aqui em casa a jogar ao Fortnite e a tirar fotos ao espelho - também é giro, mas não é a mesma coisa".
Kevin Entremeadas, encarregado de educação, alinha pelo mesmo diapasão: "Antigamente, se eu quisesse safar o meu puto, era fácil: bastava chegar à escola, dizer que queria ir à secretaria e num instante estava a obrigar a professora de História a pôr certo a pergunta do teste que o miúdo tinha falhado. Agora não: eles fiam ali escondidos atrás do computador a armar sabe-se lá o quê para infernizarem a vida aos miúdos, em vez de lhes ensinarem a escola da vida".
Com a antecipação do término as actividades lectivas presenciais a 13 de Março e a sua suspensão sine die, gerou-se um clima de desânimo entre alunos e encarregados de educação.
Contrariamente ao esperado, tal não se deveu à azáfama provocada pela acumulação de teletrabalho para os encarregados de educação e teletrabalho para os filhos, mas sim pelo facto de nem uns nem outros terem um alvo fácil para manifestarem as suas frustrações.
Samantha Calduços e Fábio Calduços, alunos do 8.º ano, partiharam a sua frustração: "quando íamos às aulas, já sabíamos que íamos lá para agredir ou chamar nomes aos professores e aos funcionários e isso dava-nos gozo. Agora estamos para aqui em casa a jogar ao Fortnite e a tirar fotos ao espelho - também é giro, mas não é a mesma coisa".
Kevin Entremeadas, encarregado de educação, alinha pelo mesmo diapasão: "Antigamente, se eu quisesse safar o meu puto, era fácil: bastava chegar à escola, dizer que queria ir à secretaria e num instante estava a obrigar a professora de História a pôr certo a pergunta do teste que o miúdo tinha falhado. Agora não: eles fiam ali escondidos atrás do computador a armar sabe-se lá o quê para infernizarem a vida aos miúdos, em vez de lhes ensinarem a escola da vida".
Saiba o que a Imprensa não lhe quer dizer VIII
André Ventura: "Se fosse eu a mandar, não se passaria esta vergonha"
André Ventura garante que se estivesse no poder, não teria havido sequer um único caso de Covid-19 em Portugal.
"É uma vergonha o Governo saber que o vírus já matava pessoas na China e na Europa e é uma vergonha ter deixado que ele entrasse em Portugal. Se fosse eu a mandar, não se passaria esta vergonha! Eu teria declarado o estado de emergência logo após o primeiro caso na China! Teria encerrado as fronteiras de imediato e dado ordens à polícia para deter qualquer meliante que se atrevesse a sair à rua! Teria procedido à castração química de todos aqueles que se pusessem a mandar palpites sobre o procedimento das minhas equipas ministeriais!"
André Ventura garante que se estivesse no poder, não teria havido sequer um único caso de Covid-19 em Portugal.
"É uma vergonha o Governo saber que o vírus já matava pessoas na China e na Europa e é uma vergonha ter deixado que ele entrasse em Portugal. Se fosse eu a mandar, não se passaria esta vergonha! Eu teria declarado o estado de emergência logo após o primeiro caso na China! Teria encerrado as fronteiras de imediato e dado ordens à polícia para deter qualquer meliante que se atrevesse a sair à rua! Teria procedido à castração química de todos aqueles que se pusessem a mandar palpites sobre o procedimento das minhas equipas ministeriais!"
Saiba o que a Imprensa não lhe quer dizer VII
Guimarães: PSP substituída pelos White Angels
A presença dissuasora da PSP em Guimarães para que os habitantes locais se mantenham em casa durante o estado de emergência foi dispensada, após um acordo entre as forças policiais e a claque de futebol do Vitória Sport Clube, os White Angels.
O procedimento dos vitorianos tem sido o habitual: por cada transeunte visto nas ruas vimaranenses, o elemento da claque mais próximo tem o aval para agir da maneira mais natural em si, arremessando uma cadeira ao transeunte e proferindo "VAI PARA CASA, FILHO/A DO MAREGA!".
A presença dissuasora da PSP em Guimarães para que os habitantes locais se mantenham em casa durante o estado de emergência foi dispensada, após um acordo entre as forças policiais e a claque de futebol do Vitória Sport Clube, os White Angels.
O procedimento dos vitorianos tem sido o habitual: por cada transeunte visto nas ruas vimaranenses, o elemento da claque mais próximo tem o aval para agir da maneira mais natural em si, arremessando uma cadeira ao transeunte e proferindo "VAI PARA CASA, FILHO/A DO MAREGA!".
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